Decolonialidade e interseccionalidade: Perspectivas para pensar a infância

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/cgd.v7i1.43546

Palavras-chave:

Infância, Pensamento Decolonial, Gênero.

Resumo

Este artigo tem como objetivo refletir sobre ser criança em contexto da educação infantil, considerando a emergência do pensamento decolonial, gênero e interseccionalidade. Apresenta dados de duas pesquisas alicerçadas em princípios da etnografia e pesquisa com crianças, a partir da observação participante e da descrição das interações e brincadeiras, assim como ações docentes. Autores como Abramowicz e Oliveira, Faria, Finco, Walsh entre outros/as compõem o substrato teórico. Pretende-se pensar o protagonismo infantil como um ato político com a lógica de desenvolver a perspectiva de ação no mundo das crianças como atos de microrrevoluções. 

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Biografia do Autor

Sueli Salva, Universidade Federal de Santa Maria.

Doutora em Educação (UFRGS), especialista em Dança (PUC/RS); Pedagoga (UPF). Professora no Departamento de Metodologia do Ensino, no CE, UFSM. Atua no PPGE, orienta e pesquisa sobre os temas das culturas infantis e práticas educativas na infância. É membro do grupo de pesquisa “Filosofia, Cultura e Educação” (FILJEM/CNPq).

Litiéli Wollmann Schütz, Universidade Federal de Santa Maria.

Pedagoga, Pós-graduada em gestão educacional, mestre em Educação Pela UFSM, Professora da Rede pública do município de Santa Maria

  

Renan Santos Mattos, Universidade Federal de Santa Maria

Doutor em história pela Universidade Federal de Santa Catarina (2019). Atualmente é tutor à distância do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Santa Maria e professor da Rede Pública do Estado do Rio Grande do Sul. Desenvolve estágio pós-doutoramento junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Maria

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Publicado

2021-06-28

Como Citar

Salva, S., Schütz, L. W., & Mattos, R. S. (2021). Decolonialidade e interseccionalidade: Perspectivas para pensar a infância. Cadernos De Gênero E Diversidade, 7(1), 160–178. https://doi.org/10.9771/cgd.v7i1.43546

Edição

Seção

Dossiê