Ironias sertanejas: sobre os vazios e arbítrios de Bacurau
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v5i3.33844Palavras-chave:
Bacurau, cultura, sertãoResumo
O presente texto tenta apresentar uma resenha do multipremiado filme Bacurau (Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles) tomando como ponto de partida a apreciação negativa do referido filme feita pelo crítico de cinema Miguel Forlin (2019) no caderno Estado da Arte, do Estadão. Advirto antecipadamente, porém, que não se trata de uma mera defesa de Bacurau ou refutação de Forlin, mas sim de um confronto (crítico) da crítica com seu objeto, no qual certas redundâncias talvez precisem se afirmar para recuperar aquilo que, no segundo, tenha escapado à primeira.
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