Territorialidade, prostituição travesti e artivismo na voz de Linn da Quebrada
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v11i2.58764Palavras-chave:
Travestilidade, Transexualidade, Territorialidade, Prostituição, Identidade de gêneroResumo
Este estudo tem como objetivo articular vivências de travestilidade, territorialidade e trabalho sexual por meio do viés artístico e performático da cantora e compositora Linn da Quebrada. A pesquisa concentrou-se na análise documental da composição musical Mulher. Mobilizamos o artivismo travesti para amparar nossa análise, que permitiu explorar questões subjetivas e sociais vivenciadas pelas travestilidades na realidade brasileira periférica. Na poética contundente da compositora, o trabalho sexual é subjetivado não apenas como meio de subsistência, mas espaço de resistência, como possibilidade de (re)existência circunscrita pela territorialidade marginal. Na composição musical a arte é trabalhada para problematizar as práticas, saberes e experimentações que emanam dos corpos trans e travestis, ao permitir reescrever suas existências pelo vértice do questionamento das matrizes identitárias em não conformidade com as normas de gênero. Notamos que o sofrimento aflora simultaneamente com um movimento de gozo pela reafirmação do eu lírico travesti, enunciador do texto, ao exercitar a liberdade de transitar com fluidez e sensibilidade pelas vielas dos gêneros. A performatividade é urdida e guiada pela bússola do artivismo, que dissolve as fronteiras entre arte e vida.
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