Configurações de Masculinidade(s) e Bem-estar Psicológico dos Homens
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v7i4.37790Palabras clave:
Masculinidades, Saúde Mental, Gênero.Resumen
O presente estudo objetiva demonstrar como a emancipação da masculinidade hegemônica tem impactado na saúde mental do homem contemporâneo. A masculinidade hegemônica pode ser compreendida como aquela expressão, dentre diversas outras, que se torna dominante em determinado espaço e tempo, sendo considerada a forma mais honrada de ser homem, oprimindo a manifestação de quaisquer outras expressões divergentes – essas denominadas subalternas. Considerando os diversos estudos que têm relacionado comportamentos auto e heteroagressivos como desempenhados por homens em sua maioria, coloca-se em reflexão a relação desses com a compulsoriedade normativa da incorporação de uma masculinidade viril, dominante e insensível desde tenra idade. A pesquisa configura-se como um estudo quantitativo e qualitativo, tendo como principal instrumento de coleta de dados um questionário online elaborado pelos pesquisadores. Como resultado, 491 homens participaram da pesquisa, sendo que destes, 19 se aproximaram de um padrão hegemônico de masculinidade e 472 se aproximaram de um padrão subalterno da mesma. Através da análise de resultados, observa-se que a compulsoriedade da expressão da masculinidade hegemônica impacta direta ou indiretamente na autonomia emocional e identidade dos homens, dificultando (con)vivências e relações autênticas, o que pode acarretar complicações em sua saúde mental.Descargas
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