O Estágio Supervisionado Obrigatório em Gênero e Diversidade: da sala de aula à prática em políticas públicas com autonomia

Autores

  • Felipe Bruno Martins Fernandes UFBA

DOI:

https://doi.org/10.9771/cgd.v3i4.25045

Palavras-chave:

Estágio Curricular. Formação Profissional. Gênero e Diversidade.

Resumo

O artigo traz subsídios para o discente cursar de forma produtiva o Estágio Supervisionado Obrigatório no Bacharelado em Estudos de Gênero e Diversidade na UFBA. Propõe que essa etapa da formação do analista em políticas públicas é de imersão em pesquisa, uma vez que pela primeira vez na matriz curricular do curso é prevista a articulação entre teoria e prática. Visando a reforma curricular, defende que o estágio seja reconfigurado em termos de uma Residência em Políticas Públicas, articulando o estágio supervisionado com os componentes de monografia e as disciplinas finais do eixo teórico de Políticas Públicas. Ao focar no necessário planejamento docente e discente do estágio curricular dos futuros analistas em políticas públicas de gênero e diversidade, atesta o compromisso, disciplina e autonomia como caraterísticas fundamentais para uma boa formação que seja capaz de garantir postos de trabalho para os formados e uma melhor definição dessa nova profissão.

 

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Biografia do Autor

Felipe Bruno Martins Fernandes, UFBA

 

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Publicado

2017-12-21

Como Citar

Fernandes, F. B. M. (2017). O Estágio Supervisionado Obrigatório em Gênero e Diversidade: da sala de aula à prática em políticas públicas com autonomia. Cadernos De Gênero E Diversidade, 3(4), 84–101. https://doi.org/10.9771/cgd.v3i4.25045

Edição

Seção

Artigos