Pode a Medicina (re)inventar-se ante o Transfeminismo?
DOI:
https://doi.org/10.9771/cgd.v1i1.13415Resumo
Intervenções psiquiátricas, prescrições endocrinológicas e procedimentos cirúrgicos são elementos costumeiramente levantados quando pensamos na relação entre medicina e as experiências de vida trans. Entretanto, seriam essas as únicas possibilidades de relação possíveis? Poderia o transfeminismo oferecer outros cenários de relação entre a medicina e as experiências trans? Ou melhor, poderia a medicina (re)inventar-se ante o transfeminismo? Movido por tais questionamentos, objetivo com esse ensaio oferecer uma torção do aparato médico através de marcos transfeministas, em dois movimentos: inicialmente convocando a medicina a reconhecer o quanto ela própria está implicada com as normas de gênero e os padrões cisnormativos vigentes; e em seguida, trazendo a pauta da despatologização das experiências trans como uma aposta ética, no bojo da própria medicina. Movimentos que permitem não só pensar outras formas de relação da medicina com as experiências trans, mas também ressignificar outras esferas da atuação médica, encenado outros possíveis de saúde.
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