Bar Xá de Flor, 30 anos depois:

Alquimias queer no cinema do Cariri cearense

Autores/as

  • Ribamar José de Oliveira Junior Universidade Federal do Rio de Janeiro/Pesquisador bolsista de Doutorado

Palabras clave:

Cinema, Queer, Xá de flor, Cariri, Ceará

Resumen

Ao rever o documentário “Xá de Flor é uma canção” (1993) de Maria Dias e Cristina Diôgo, busco refletir sobre o filme 30 anos depois na região do Cariri cearense. Para isso, busco pensar a nostalgia como uma reação criativa do presente para perceber o espaço-temporal do documentário como um modo de habitar essa projeção do passado para frente, na busca por essas histórias de continuidades, de possibilidades de outras formas de estar juntos. Entre cinema e festa, vejo como a obra desperta sensações e cria memórias diante da noite que uma bicha nostálgica não lembra e nem viveu. Xá de Flor é essa viagem-canção que um dia foi embalada em garrafa por cabeludo que mexia com ervas e tinha na cabeça essa utopia dançante que mexe conosco até hoje, tal como um tipo de alquimia queer que faz desses artistas da noite padroeiros de nós, clubbers nostálgicas. 

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Biografía del autor/a

Ribamar José de Oliveira Junior, Universidade Federal do Rio de Janeiro/Pesquisador bolsista de Doutorado

Doutorando da linha de Tecnologias da Comunicação e Estéticas no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e especializando em Gênero e Sexualidade na Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), é especialista em Língua Portuguesa e Literatura pela Faculdade de Juazeiro do Norte (FJN) e graduado em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal do Cariri (UFCA). 

Publicado

2024-03-10

Cómo citar

Oliveira Junior, R. J. de. (2024). Bar Xá de Flor, 30 anos depois:: Alquimias queer no cinema do Cariri cearense. Cadernos De Gênero E Diversidade, 9(3). Recuperado a partir de https://periodicos.ufba.br/index.php/cadgendiv/article/view/55259

Número

Sección

Gênero e Sexualidade: novas perspectivas e intersecções sobre experiências i