INGLÊS COMO LÍNGUA FRANCA E A ESQUIZOFRENIA DO PROFESSOR (ENGLISH AS A LINGUA FRANCA AND TEACHER SCHIZOPHRENY)

Autores

  • Sávio Siqueira Universidade Federal da Bahia
  • Juliana da Silva Souza Universidade Federal da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.9771/2176-4794ell.v0i50.14811

Palavras-chave:

Inglês como Língua Franca (ILF), Inglês com Língua Nativa (ILN), Ensino de Língua Inglesa (ELI), Esquizofrenia do professor.

Resumo

À medida que a conscientização sobre o status do inglês como língua global se consolida entre professores e aprendizes, novos desafios começam a surgir na área de Ensino de Língua Inglesa (ELI). As variedades do chamado inglês padrão começam a ter sua supremacia questionada, e uma real aceitação do Inglês como Língua Franca (ILF) deve requerer uma enorme mudança psicológica (JENKINS, 2007), provocando uma possível dissolução do estado de esquizofrenia do professor em relação a que inglês seria o mais legítimo para se ensinar. Uma vez que a pesquisa sobre ILF progride de forma sólida, demonstrando que as implicações pedagógicas de seus achados precisam ser melhor exploradas, até mesmo aqueles professores sensíveis ao ILF se veem divididos entre as reais necessidades de comunicação de seus alunos e o atrelamento ao modelo do Inglês como Língua Nativa (ILN) como exemplo de um inglês ‘melhor’ (SEIDLHOFER, 2011). É nesse cenário que um breve estudo foi conduzido com professores em pré-serviço, no nível universitário, em Salvador, Bahia. O objetivo da investigação foi saber de que forma o conhecimento sobre o paradigma do ILF afeta a visão dos professores no tocante à própria língua e também suas práticas de sala de aula. Os insights fornecidos pelos respondentes revelaram o grande potencial que o ILF apresenta para redimensionar crenças e atitudes no tocante ao Ensino de Língua Inglesa (ELI) em tal contexto, e o quão seguros esses professores em formação se sentem em termos de compreensão do fato de que, uma vez que seu estudantes são estimulados a se tornarem verdadeiros falantes “linguajeiros” (languagers) no uso do ILF, eles (os professores) serão capazes de minimizar ou até eliminar os efeitos do dilema que tem alcançado o nível de uma quase esquizofrenia. 

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Publicado

2014-11-08

Como Citar

SIQUEIRA, S.; SOUZA, J. da S. INGLÊS COMO LÍNGUA FRANCA E A ESQUIZOFRENIA DO PROFESSOR (ENGLISH AS A LINGUA FRANCA AND TEACHER SCHIZOPHRENY). Estudos Linguísticos e Literários, Salvador, n. 50, 2014. DOI: 10.9771/2176-4794ell.v0i50.14811. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/estudos/article/view/14811. Acesso em: 21 abr. 2024.

Edição

Seção

Estudos Linguísticos