Submissões

O cadastro no sistema e posterior acesso, por meio de login e senha, são obrigatórios para a submissão de trabalhos, bem como para acompanhar o processo editorial em curso. Acesso em uma conta existente ou Registrar uma nova conta.

Condições para submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • a contribuição é original e inédita (casos especiais descritos nas Diretrizes para Autores devem ser informados no campo Comentários ao editor);
  • o artigo não está sendo avaliado para publicação por outra revista, nem em processo editorial como capítulo de livro;
  • o arquivo da submissão está em formato odt, doc ou docx;
  • as imagens foram incluídas separadamente em formato tif, jpg ou png, nas dimensões e formatos recomendados em Diretrizes para Autores;
  • o/as autore/as detêm os direitos de reprodução das imagens que acompanham o artigo;
  • DOIs ou links para as referências bibliográficas e documentação foram informados sempre que possível;
  • as instruções disponíveis em Assegurando uma avaliação duplamente anônima foram seguidas, não sendo possível identificar a autoria do manuscrito, direta ou indiretamente;
  • o texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos nas Diretrizes para Autora/es.

Diretrizes para Autores

A Afro‑Ásia está aberta, em regime de fluxo contínuo, para o recebimento de artigos inéditos, em português, de qualquer área das humanidades, que aportem contribuições significativas para o debate acadêmico nos campos dos estudos africanos e da diáspora africana, assim como dos estudos sobre qualquer região do continente asiático.

A Afro‑Ásia aceita a submissão de originais em inglês, francês e espanhol, mas, caso o artigo seja aceito para publicação, o autor deve se encarregar de fornecer à revista uma tradução de nível profissional.

A Afro‑Ásia não aceita a submissão de artigos que estejam em processo de avaliação por outro periódico, ou em processo de publicação como parte de um livro autoral ou coletivo. Também não são aceitos originais que incluam partes substanciais já publicados em outros lugares, mesmo que parcialmente modificados. O autor é responsável por obter e manter em sua posse as autorizações eventualmente necessárias relativas ao desenvolvimento da pesquisa que deu origem ao artigo, assim como à reprodução das imagens que o acompanham.

Caso o trabalho já tenha sido apresentado oralmente em eventos acadêmicos, ou seja uma adaptação de trecho de dissertação ou tese não publicada, deve-se informar aos editores no campo apropriado do formulário de submissão.

A Afro‑Ásia aceita a submissão apenas de artigos. Resenhas, entrevistas, homenagens, publicação de documentos comentados e textos em outras seções especiais da revista seguem um fluxo editorial próprio, a cargo dos editores.

Todos os autores devem informar seu registro ORCID durante o processo de submissão.

Para submeter um artigo, atente às seguintes normas e procedimentos:

  • o texto deve ter entre 8.500 e 16.000 palavras;
  • deve ser fornecido um resumo, em português e inglês, entre 120 e 150 palavras;
  • três a cinco palavras-chave, em português e inglês, devem ser indicadas;
  • todas as menções que permitam indicar a autoria, direta ou indiretamente, devem ser removidas do texto e das propriedades do arquivo (veja a página Assegurando uma avaliação duplamente anônima);
  • o texto deve ser submetido em um arquivo de texto de formato aberto (odt, doc ou docx);
  • todas as imagens, fotografias, quadros, gráficos, mapas e outras ilustrações devem ser fornecidas em arquivos separados, com tamanho mínimo de 600 pixels de largura, e resolução de 150 dpi, em formato tif, jpg ou png, sem perdas (na medida do possível, preservando-se a legibilidade, recomenda-se que quadros, gráficos e mapas sejam fornecidos em escala de cinza);
  • o arquivo principal deve incorporar todas as ilustrações, mesmo que em resolução mais baixa, no lugar em que devem aparecer no texto, numeradas sequencialmente e acompanhadas de um título, e de sua respectiva fonte;
  • tabelas devem ser inseridas diretamente no texto utilizando-se os recursos do processador de texto, numeradas sequencialmente e acompanhadas de um título, e de suas respectivas fontes;
  • as citações menores de quatro linhas devem ser incorporadas, entre aspas, diretamente no texto, e as maiores devem ser destacadas, sem aspas (em qualquer caso, e também para citações indiretas, as referências de praxe devem ser dadas em nota de rodapé);
  • citações em língua estrangeira devem ser traduzidas, exceto quando o desenvolvimento da argumentação exigir o contrário (não é necessário incluir o original em nota, mas deve-se indicar, na primeira ocorrência, a responsabilidade pela tradução);
  • a grafia das fontes e textos diretamente citados deve ser atualizada para as normas ortográficas atualmente vigentes, exceto quando a grafia original importar para o desenvolvimento da análise;
  • interpolações e elipses nas citações devem constar entre colchetes;
  • não é necessário incluir uma lista de fontes ou bibliografia ao final do artigo;
  • as chamadas para notas de rodapé, sejam de referência ou explicativas, devem ser posicionadas sempre após os sinais de pontuação, preferencialmente no fim dos períodos, e sempre que possível no fim dos parágrafos.

Normas de referência

As referências a citações, diretas ou indiretas, de material bibliográfico ou fontes devem ser feitas conforme as normas a seguir.

Fontes:

  • As referências à documentação de arquivo devem refletir o o arranjo e a hierarquia da instituição custodiadora. Dessa forma, na primeira menção devem vir, em ordem e separados por vírgulas, o arquivo e a cidade em que se localiza, o fundo ou coleção, a série, a identificação da caixa, pasta, processo etc., e em seguida o título do documento em itálico, o local e a data de sua produção. Sempre que possível, informe os códigos do arquivo e da documentação citada. Nas menções subsequentes, fornecer os códigos que permitam localizar o documento, evitando-se qualquer ambivalência, e seu título resumido.

    Arquivo Nacional Torre do Tombo (ANTT), Lisboa, Serviço de Centralização e Coordenação das Informações de Angola, Processos de Informação (SCCIA 006), cx. 271, proc. 297 (Frente Unida Angolana), ff. 36-57, Programa e Estatutos, Lisboa, [ca. maio 1962].
    Citações seguintes: ANTT, SCCIA 006, cx. 271, proc. 297, Programas e Estatutos.

    Arquivo Histórico de Moçambique (AHM), Maputo, Secção A, Diversos Confidenciais (A DC), cx. 7, maço 7, Nota confidencial 42 do Governador Geral de Moçambique, Freire de Andrade, ao Ministro da Marinha e Ultramar, 6 nov. 1909, fl. 108.
    Citações seguintes: AHM A DC, cx. 7, maço 7, Nota confidencial 42, fl. 110.

  • As referências a jornais e revistas históricos devem indicar, em ordem e separados por vírgulas, o título do jornal em itálico, a cidade, a data e a paginação. É importante indicar textualmente, na primeira menção, a instituição ou repositório digital em que podem ser consultados. Nas citações subsequentes, referir o título do jornal, a data e as páginas. Quando se tratar de matéria assinada, incluir no início da referência a autoria e o título da matéria entre aspas.

    Idade d’Ouro do Brasil, Salvador, 22 dez. 1811, p. 4. Disponível na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional do Brasil, http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=749940.
    Citações seguintes: Idade d’Ouro, 5 mar. 1815, p. 3.

    Diário de Luanda, Luanda, 14 out. 1974, p. 3. Disponível na Biblioteca Nacional de Angola.
    Citações seguintes: Diário de Luanda, 9 abr. 1974, p. 7.

Todas as datas incluídas nas referências a fontes primárias ou bibliografia devem ser dadas no formato d mmm aaaa (6 abr. 1865, 20 maio 1954, 8 out. 1912 etc.).

Referências bibliográficas:

Para garantir a consistência das referências bibliográficas, recomenda-se fortemente a utilização de um gerenciador de referências (Zotero ou Mendeley). O estilo Afro‑Ásia está disponível para instalação diretamente pelo gerenciador, ou pode ser baixado aqui.

  • Livro

    Emília Viotti da Costa, Crowns of glory, tears of blood: the Demerara Slave Rebellion of 1823, Nova York: Oxford University Press, 1994, pp. 217‑219.
    Citações seguintes: Costa, Crowns of Glory, pp. 209‑210.

    Inocência Mata (org.), A rainha Nzinga Mbandi: história, memória e mito, 2ª ed., Lisboa: Edições Colibri, 2012, pp. 156‑163.
    Citações seguintes: Mata, A rainha Nzinga Mbandi, pp. 198‑201.

  • Capítulo de livro

    Terence O. Ranger, “A invenção da tradição na África colonial” in Eric Hobsbawn e Terence O. Ranger (orgs.), A invenção das tradições, 3ª ed. (São Paulo: Paz e Terra, 2002), pp. 219‑269.
    Citações seguintes: Ranger, “A invenção da tradição na África colonial”, p. 245.

    David Chanaiwa, “A África Austral” in Ali Mazrui e Christophe Wondji (orgs.), África desde 1935 (Brasília: UNESCO, 2010), p. 329, http://unesdoc.unesco.org/images/0019/001902/190256POR.pdf.
    Citações seguintes: Chanaiwa, “A África Austral”, pp. 329‑330.

  • Artigo

    David M. Anderson, “‘Yours in Struggle for Majimbo’. Nationalism and the Party Politics of Decolonization in Kenya, 1955-64”, Journal of Contemporary History, v. 40, n. 3 (2005), pp. 547‑564, https://doi.org/10.1177/0022009405054571.
    Citações seguintes: Anderson, “‘Yours in Struggle for Majimbo’”, p. 548.

    Georges Balandier, “Le « Tiers Monde »: sous-développement et développement — Présentation d’un cahier de l’I.N.E.D”, Population, v. 11, n. 4 (1956), pp. 737‑741, https://doi.org/10.2307/1524717.
    Citações seguintes: Balandier, “Le « Tiers Monde »”, p. 738.

  • Tese ou dissertação

    Fidel Raul Carmo Reis, “Das políticas de classificação às classificações políticas (1950-1996): a configuração do campo político angolano – contributo para o estudo das relações raciais em Angola”, Tese (Doutorado em História Moderna e Contemporânea), Instituto Universitário de Lisboa, Lisboa, 2010, p. 302, http://hdl.handle.net/10071/3265.
    Citações seguintes: Reis, “Das políticas de classificação às classificações políticas”, pp. 245‑247.

    John Manuel Monteiro, “Tupis, tapuias e historiadores: estudos de História Indígena e do Indigenismo”, Tese (Livre Docência em Etnologia), Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2001, p. 183, www.ifch.unicamp.br/ihb/estudos/TupiTapuia.pdf‎.
    Citações seguintes: Monteiro, “Tupis, tapuias e historiadores”, pp. 97‑103.

  • Recurso digital

    John A. Hobson, “Imperialism, a study”, Marxists Internet Archive, http://www.marxists.org/archive/hobson/1902/imperialism/index.htm.
    Citações seguintes: Hobson, “Imperialism”.

    IBGE, “Salvador”, Cidades, https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ba/salvador/panorama.
    Citações seguintes: IBGE, “Salvador”.

  • Nas referências a obras em língua estrangeira, suas peculiaridades linguísticas devem ser preservadas, a exemplo das maiúsculas em todas as palavras significativas nos títulos em inglês, ou as aspas francesas.

    Marissa Moorman, Intonations: A Social History of Music and Nation in Luanda, Angola, from 1945 to Recent Times, Athens: Ohio University, 2008.
    J.-J. Brieux, “La « Tricontinentale »”, Politique étrangère, v. 31, n. 1 (1966), pp. 19‑43, https://doi.org/10.3406/polit.1966.2227.

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