Para que serve um orelhão? Apontamentos sobre comunicação corporativa, intervenção e arte urbana // WHAT IS THE USE OF A PUBLIC TELEPHONE? NOTES ON CORPORATE COMMUNICATION, URBAN INTERVENTION AND URBAN ART

Autores/as

  • Laura Guimarães Corrêa UFMG
  • Tiago Barcelos Pereira Salgado UFMG

DOI:

https://doi.org/10.9771/contemporanea.v11i3.8585

Palabras clave:

Mobiliário urbano, intervenção, arte urbana, publicidade

Resumen

Este artigo tem como objetivo apresentar aspectos da apropriação e ressignificação dos protetores de telefone público externo, os orelhões, num contexto em que normas restringem a comunicação visual publicitária nas superfícies dos centros urbanos. Projetados para conter aparelhos que possibilitam a comunicação sonora e verbal, os orelhões são utilizados também como suportes para a comunicação visual corporativa de empresas de telefonia. Os orelhões estão expostos também às práticas de escrita do sujeito comum, que intervém no discurso institucional das empresas com inscrições que criam novos significados. Em 2012, esses objetos foram utilizados como suporte para estratégia mercadológica que acionou técnicas, estéticas e personagens relacionados à arte urbana. As intervenções sobre o mobiliário urbano são diferentes em muitos aspectos: muitas são transgressoras e ilegais, outras, oficiais e pagas. Neste trabalho, a observação e a comparação entre essas inscrições urbanas provocam reflexões relacionadas à estética e à política.

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Biografía del autor/a

Laura Guimarães Corrêa, UFMG

Professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFMG. Mestre e doutora pela mesma instituição. Integrante do Gris (Grupo de pesquisa em imagem e sociabilidade) e coordenadora do GrisPub (Grupo de pesquisa em publicidade, mídia e consumo). Áreas de pesquisa: imagem, intervenções urbanas, publicidade, representação de raça e gênero em produtos midiáticos.

Tiago Barcelos Pereira Salgado, UFMG

Mestre e especialista em Comunicação Social pela UFMG. Integrante do Grupo de Pesquisa em Publicidade, Mídia e Consumo (GrisPub) e do Gris (UFMG).

Publicado

2013-12-02