BATISMOS, FAMÍLIA E ESCRAVIDÃO NO MARANHÃO COLONIAL

Autores

  • Antonia da Silva Mota

DOI:

https://doi.org/10.9771/aa.v0i55.24129

Palavras-chave:

Batismo, Família escrava, Maranhão.

Resumo

Fundamentados na demografia histórica, analisamos os assentos de batismo da freguesia de N. S. das Dores do Itapecuru-MA, no período áureo da exportação de algodão e arroz. A partir dos registros, em especial do “auto de desobriga” dos anos de 1813/14, verificamos uma grande concentração de cativos de origem africana e pouca presença de populações livres, pois 92% dos 367 batismos realizados eram de crianças em situação de cativeiro. Mais significativo ainda foi constatarmos que 40% delas nasceram em lares legítimos, demonstrando a proliferação dos preceitos católicos na região e a possibilidade de ascensão social vislumbrada pelos escravizados.

 

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Publicado

2017-10-03

Como Citar

MOTA, A. da S. BATISMOS, FAMÍLIA E ESCRAVIDÃO NO MARANHÃO COLONIAL. Afro-Ásia, [S. l.], n. 55, 2017. DOI: 10.9771/aa.v0i55.24129. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/24129. Acesso em: 23 set. 2021.

Edição

Seção

Artigos