A Formação de um corpo de negociantes na Bahia: o ouro das minas e o tráfico Atlântico de escravizados

Autores

  • Raphael Freitas Santos Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.9771/aa.v0i51.17664

Palavras-chave:

tráfico Atlântico de escravizados, comerciantes, Bahia.

Resumo

O artigo visa a analisar o processo de organização dos homens de negócio que atuavam no porto de Salvador em torno de interesses corporativos comuns. Esse processo remonta à primeira metade do século XVIII, quando o aumento da monetização e o incremento da demanda por escravizados africanos foram responsáveis, ao mesmo tempo, pela ascensão dos agentes mercantis sediados em Salvador e pelo acirramento das disputas com os homens de negócio de Lisboa. Nesse contexto aconteceu uma maior articulação dos negociantes sediados no porto de Salvador. Dois episódios foram emblemáticos nesse processo, os motins do Maneta (1711) e a criação da Mesa do Bem Comum dos negociantes da Bahia (1723).

 

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Publicado

2015-04-06

Como Citar

SANTOS, R. F. A Formação de um corpo de negociantes na Bahia: o ouro das minas e o tráfico Atlântico de escravizados. Afro-Ásia, [S. l.], n. 51, 2015. DOI: 10.9771/aa.v0i51.17664. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/17664. Acesso em: 4 dez. 2021.

Edição

Seção

Artigos