Vigiar e corrigir: bioestado de exceção e corpos intersexuais

Autores

  • Luísa Winter Pereira
  • Daniel J. García-López Universidad de Granada

Resumo

Neste artigo analisamos a violência sistêmica que o sistema jurídico exerce sobre as pessoas intersexo, situando-as no que tem sido proposto como um bioestado de exceção. Isso naturaliza o binarismo sexual e o impõe através da suspensão dos direitos. Para dar conta desta situação, propomos considerar os tratamentos médicos não consensuais contra pessoas intersexo como análogos aos crimes contra a humanidade, e apontamos a necessidade de construir um direito à autodeterminação dos corpos.

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Biografia do Autor

Daniel J. García-López, Universidad de Granada

Departamento de Filosofía del Derecho

Publicado

2021-08-16 — Atualizado em 2021-08-16

Versões

Como Citar

Winter Pereira, L., & García-López, D. J. (2021). Vigiar e corrigir: bioestado de exceção e corpos intersexuais. Revista Periódicus, 1(16), 51–73. Recuperado de https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/article/view/42990

Edição

Seção

DOSSIÊ 16 - Intersexualidade: desafios de gênero