A RECRIAÇÃO DO PRESENTE EM “A NOITE DISSOLVE OS HOMENS”, DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Autores

  • Sergio Assunção UERJ

DOI:

https://doi.org/10.9771/ell.v1i66.36121

Palavras-chave:

Poesia, Barbárie, Comunhão, Carlos Drummond de Andrade.

Resumo

A lírica moderna redimensionou amplamente a memória das cidades ao incorporar a experiência urbana à legibilidade do poético, situando a poesia sob a perspectiva humana e relacional no espaço cotidiano da comunidade, em face da barbárie produzida pela civilização industrial dos séculos XIX e XX. Nesse sentido, pretende-se abordar a poesia de Carlos Drummond de Andrade sob a tensão entre o barbarismo e a comunhão através do poema “A noite dissolve os homens”, destacando a relevância de sua lírica, ao expressar a negatividade da dimensão humana na composição do tecido social, recriando o presente por meio da experiência do poético.

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Biografia do Autor

Sergio Assunção, UERJ

Graduação em Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2000), Mestrado (2002) e Doutorado (2008) em Estudos de Literatura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Concluiu estágio de pesquisa e Pós-Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Literatura da Universidade Federal Fluminense (2016) com projeto de pesquisa sobre a poesia de Jorge de Lima e Murilo Mendes. Atualmente é professor substituto de Literatura do Departamento de Letras da UERJ e concentra linha de pesquisa sobre Poesia, Contracultura, Música, Vanguardas e Teopoética.

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Publicado

2020-09-26

Como Citar

ASSUNÇÃO, S. A RECRIAÇÃO DO PRESENTE EM “A NOITE DISSOLVE OS HOMENS”, DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE. Estudos Linguísticos e Literários, Salvador, v. 1, n. 66, p. 157–177, 2020. DOI: 10.9771/ell.v1i66.36121. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/estudos/article/view/36121. Acesso em: 25 jan. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS / ARTICLES