A POTÊNCIA ARQUIVÍSTICA DA ESCRITA DE JUDITH GROSSMANN

Autores

  • Henrique Vieira Universidade Federal da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.9771/ell.v1i66.36100

Palavras-chave:

Judith Grossmann, Literatura, Arquivo Literário, Potência Arquivística.

Resumo

Este trabalho analisa a relação estabelecida pela escritora Judith Grossmann entre a sua criação ficcional e o seu arquivo literário, notadamente entre a obra Meu Amigo Marcel Proust Romance (MAMPR) e os documentos alcunhados de Judith Grossmann: Matéria-Prima, pasta localizada no acervo da autora, custodiado pela Universidade Federal da Bahia. A partir dos pressupostos efetivados pela teoria literária, crítica biográfica e pela crítica genética, verifica-se de que modo se desenvolve uma “potência arquivística” da escrita grossmanniana por meio da autoficcionalização do seu processo criativo e das suas práticas arquivísticas, assim como pela constituição da pasta Matéria-Prima antes, durante e após a fase redacional do romance.

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Publicado

2020-09-26

Como Citar

VIEIRA, H. A POTÊNCIA ARQUIVÍSTICA DA ESCRITA DE JUDITH GROSSMANN. Estudos Linguísticos e Literários, Salvador, v. 1, n. 66, p. 178–206, 2020. DOI: 10.9771/ell.v1i66.36100. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/estudos/article/view/36100. Acesso em: 25 jan. 2022.

Edição

Seção

ARTIGOS / ARTICLES