A distopia, o totalitarismo e o romance Um piano para cavalos altos, de Sandro William Junqueira

Autores

  • Caroline Valada Becker PUCRS

DOI:

https://doi.org/10.9771/2176-4794ell.v0i53.14820

Palavras-chave:

distopia, romance português contemporâneo, totalitarismo.

Resumo

O romance distópico, diferentemente da utopia, ganha fôlego apenas no século XX, momento histórico marcado por frustrações e pessimismo devido, em especial, às grandes guerras e aos sistemas totalitários. Este artigo, apropriando-se das reflexões teóricas acerca da distopia, debruça-se sobre o romance Um piano para cavalos altos, do português Sandro William Junqueira, para analisar a presença e a ressiginificação dos signos distópicos, tendo em vista as categorias “não tempo” e “não lugar”, a construção de um sistema político totalitário e a presença de um signo subversivo.

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Biografia do Autor

Caroline Valada Becker, PUCRS

Graduada em Letras (UFRGS), mestre em Teoria da Literatura (PUCRS) e doutoranda em Teoria da Literatura (PUCRS - bolsista CNPq)

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Publicado

2016-10-12

Como Citar

BECKER, C. V. A distopia, o totalitarismo e o romance Um piano para cavalos altos, de Sandro William Junqueira. Estudos Linguísticos e Literários, Salvador, n. 53, p. 135–162, 2016. DOI: 10.9771/2176-4794ell.v0i53.14820. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/estudos/article/view/14820. Acesso em: 19 jan. 2022.

Edição

Seção

Estudos Literários