Estética como existência

enlaces entre arte da performance e performances do vivido e o circuito das redes

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/peri.v1i23.62254

Resumo

No presente artigo se reflete sobre as imbricações entre as performances do vivido e as performances artísticas e sua ênfase, a partir dos anos 2000, quando aparecem na cena, ganhando um maior protagonismo, artistas negras/es. São trabalhos que carregam uma estética como existência e uma existência como estética, tendo o corpo como sua principal forma de expressão e comunicação, agora ampliadas pela circulação nas ambiências digitais. Nesta reflexão teórico-metodológica, recorremos à performance como lente de análise, usando como referência o pensamento das autoras Leda Maria Martins (2021) e Diana Taylor (2013).

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Biografia do Autor

Caroline Vieira Sant'Anna, Universidade Federal da Bahia

Doutora em História e Teoria da Arte pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Mestre em Cultura e Sociedade pelo Programa Multidisciplinar em Cultura e Sociedade, Poscult (UFBA). Jornalista pela Universidade Federal da Bahia. Pesquisadora vinculada ao grupo de pesquisa CHAOS – Cultura audiovisual, Historicidades e Sensibilidades, PósCom (UFBA).

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Publicado

2025-12-11

Como Citar

Sant’Anna, C. V. . (2025). Estética como existência: enlaces entre arte da performance e performances do vivido e o circuito das redes. Revista Periódicus, 1(23), 53–70. https://doi.org/10.9771/peri.v1i23.62254