Os Sons que eu Soo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/peri.v1i8.23936

Resumo

O presente texto parte de situações de escuta e fala em espaços urbanos para repensar a noção de Paisagem Sonora através das discussões  raciais, de gênero, sexualidade  e suas interseccionalidade. Conversa com os estudos dos sons a fim de repensar o debate entre ruído e silêncio fazendo uma torção para questões de escuta e silenciamentos, propondo desde uma escrita de si uma ausculta do outro.

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Biografia do Autor

Dora Moreira

Formada em jornalismo pela Universidade Federal do Ceará e mestra em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense.  Trabalhou com assessoria e gestão pública de comunicação e cultura na Secretaria Municipal de Cultura de Fortaleza, bem como com produção cultural no núcleo de Programação. Em 2013, fundou o Mambembe - casa de arte em Fortaleza onde curava, produzia e geria. Foi contemplada como pesquisadora no edital das Artes do Ceará com a pesquisa Arrebentação - Mapeando Sonoridades em Iracema e no edital de Intercâmbio do Minc com o projeto Arribação. Idealiza e realiza a parada musical Sargaço, em Fortaleza. Atua como produtora cultural com foco na área de música, tendo trabalhado com artistas como Alessandra Leão, Caçapa, Vicente Barreto, Soledad, Eric Barbosa, Vitor Colares, Letrux. Tem experiência em elaboração e gestão de projetos culturais para editais, tendo aprovado projetos em editais como Proac SP, Fomento SMC-SP, Fomento-SMC-RJ, Edital das Artes da Secretaria Estadual do Ceará, FUNARTE, dentre outros. Fundou em 2014, em São Paulo, a produtora Guará, formada por um trio de ativistas que parte da ideia de que é no imbricamento entre práticas de trabalho, afeto e política que se pode reinventar as formas de produção e vida nos grandes centros.

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Publicado

2018-01-06

Como Citar

Moreira, D. (2018). Os Sons que eu Soo. Revista Periódicus, 1(8), 418–428. https://doi.org/10.9771/peri.v1i8.23936

Edição

Seção

Seção Livre