À MANEIRA DOS BALÉS RUSSOS DE DIAGHILEV

uma ausência naturalmente despercebida

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/2317-3777dança.v2i2.8284

Palavras-chave:

Balés russos, Modernismo, Nacional, Stravinsky

Resumo

No contexto dos 100 anos da criação da Sagração, pareceu-nos interessante pensar na ausência despercebida desta obra, nas temporadas dos Balés russos no Brasil em 1913 e 1917, e voltar sobre a formação do balé moderno no Rio de Janeiro, na primeira metade do século XX.

 

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Biografia do Autor

Charlotte Caroline Francoise Riom, Paris IV-Sorbonne

Doutorado em musicologia pela universidade de Paris IV-Sorbonne, dançarina e musicista, Charlotte Riom é especializada no estudo do balé, da dramaturgia e das relações entre artes. Atualmente, ela ensina história da música na Escola Superior de Ciências Sociais da Fundação Getulio Vargas no Rio de Janeiro e ajuda um projeto estudante de cultura européia FGV/Paris IV-Sorbonne.

 

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Publicado

2014-05-23

Como Citar

Riom, C. C. F. (2014). À MANEIRA DOS BALÉS RUSSOS DE DIAGHILEV: uma ausência naturalmente despercebida. DANÇA: Revista Do Programa De Pós-Graduação Em Dança, 2(3), 37–50. https://doi.org/10.9771/2317-3777dança.v2i2.8284

Edição

Seção

Artigos