ESTRESSE OCUPACIONAL RELACIONADO À ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA

Rosana Santos Mota, Valdenir Almeida da Silva, Isadora Goncalves Brito, Angela de Souza Barros, Olga Maria Brito dos Santos, Andreia Santos Mendes, Lorena de Carvalho Souza

Resumo


Objetivo: estimar a prevalência de estresse ocupacional entre profissionais de enfermagem que atuam em Unidade de Terapia Intensiva e identificar sua associação com variáveis sociodemográficas, profissionais e relacionadas à assistência de enfermagem. Método: estudo transversal, realizado em um hospital de ensino de Salvador, Bahia, Brasil, com 54 profissionais. Os dados foram coletados entre fevereiro e março de 2020 por meio da Escala Bianchi de Stress e analisados pelo Programa Stata. Resultados: a prevalência de estresse ocupacional em nível médio ou alto foi de 57,4%. Maiores níveis de estresse foram associados significativamente ao menor tempo de formação (p-valor=0,05), ser enfermeiro (p-valor=0,00), enfrentar a morte do paciente (p-valor=0,01), atender aos familiares dos pacientes críticos (p-valor=0,00) e atender às necessidades dos familiares (p-valor=0,00). Conclusão: a elevada prevalência de estresse ocupacional, bem como os fatores associados identificados, foram informações essenciais para implementação de estratégias preventivas. Descritores: Estresse Ocupacional. Cuidados de Enfermagem. Unidade de Terapia Intensiva. Equipe de Enfermagem. Enfermagem.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18471/rbe.v35.38860

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