Um Caso de amor com a angústia
uma análise de caso
DOI:
https://doi.org/10.9771/rn.3.03.63348Palavras-chave:
Caso clínico, Psicanálise, Outro, Angústia, AmorResumo
O atendimento psicanalítico é uma experiência cuja mola de tensão sofre interferência de múltiplas orientações. Em atendimento com crianças, essa mola tende a deformar a depender de seu núcleo familiar. O analista neste caso se aproxima do sintoma parental com engrenagens que podem tecer compreensões na mola infantil. Para orientar uma escuta e o norte de tratamento, devemos nos debruçar sobre esboço de estrutura na infância, a fim de não obliterar nem enquadrar um momento tão plástico como a constituição infantil. Neste trabalho a ideia se organiza em torno de um conflito semântico entre perverso e perversão. De um lado a estrutura, do outro um traço. Até onde, em que horizonte o analista pode clinicar para restituir a possibilidade de historicização desde pequeno sujeito. A tentativa do trabalho pousa na ética do desejo e repousa na métrica inconsciente que o analista só pode deixar eferver um desejo: que seu analisando deseje.
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Referências
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LACAN, J. Seminário, livro 20: mais, ainda. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
LUSTOZA, R. Z. A angústia como sinal do desejo do Outro. Rev. Mal-Estar e Subjetividade; fortaleza; v. 6; n. 1; p. 44-66; 2006.
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