El cuerpo subjetivo en amnistía internacional: un análisis de la educación en derechos humanos en Youtube
DOI:
https://doi.org/10.9771/re.v14i2.57902Palabras clave:
educación en derechos humanos, amnistía internacional, cuerpo, Youtube, subjetividad.Resumen
Este artículo tiene como objetivo contribuir al avance del diálogo
teórico y metodológico sobre la Educación en Derechos Humanos (EDH),
articulando su conocimiento con el cuerpo, su subjetividad y universalidad,
según el análisis de vídeo de Amnistía Internacional en YouTube. Como
pregunta orientadora, el artículo plantea la siguiente pregunta: ¿Cómo se
lleva a cabo la Educación en Derechos Humanos en el canal de YouTube de
Amnistía Internacional y cuál es el papel del organismo en este proceso? De
acuerdo con esta estructura, como metodología, esta investigación utiliza un
enfoque cualitativo con el análisis de los datos obtenidos de la investigación
bibliográfica, la realización de entrevistas semiestructuradas y el análisis
del video en cuestión. Como consideraciones para el momento, el dolor se
revela como una dimensión importante en el tratamiento de la Educación
en Derechos Humanos y el cuerpo. Es evidente cuánta flexibilidad tiene la
EDH para ser aplicada en diversos formatos educativos, además de ampliar las percepciones de sobre el cuerpo en el audiovisual y su potencial positivopara la agencia de las subjetividades.
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