REPERCUSSÕES DA EDUCAÇÃO PERMANENTE NAS PRÁTICAS ASSISTENCIAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18471/rbe.v33.27555

Resumo

Objetivo: analisar as repercussões das atividades de educação permanente nas práticas assistenciais dos profissionais de enfermagem. Método: pesquisa qualitativa, realizada em um hospital universitário de grande porte localizado no município de Salvador, Bahia, Brasil. Foram entrevistados 17 profissionais de enfermagem, entre os meses de setembro e dezembro de 2017. Os dados coletados por meio de entrevista semiestruturada foram processados no software IRAMUTEQ. Resultados: obteve-se um percentual de retenção do texto de 80,3%, 320 Unidades de Contexto Elementares e 5 classes lexicais. Os entrevistados atribuíram à participação nas atividades de educação permanente um papel relevante, com repercussões positivas para a assistência de enfermagem. Conclusão: a participação em atividades de educação permanente levou à sensibilização sobre as necessidades educativas e, assim, pôde favorecer maior satisfação com o trabalho e melhor qualidade na assistência, visto que os profissionais de enfermagem passaram a sentir-se mais qualificados e atualizados.

Descritores: Educação Permanente. Capacitação em Serviço. Equipe de Enfermagem. Assistência de Enfermagem. Serviços de Saúde.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Maristela Conceição de Jesus, Universidade Federal da Bahia

Graduanda em enfermagem pela Universidade Federal da Bahia. Bolsista do programa Permanecer – PROAE/UFBA - Comissão de Educação de Educação Permanente em Enfermagem (CEPE) do Hospital Universitário Professor Edgard Santos (HUPES/UFBA).

Valdenir Almeida da Silva, Universidade Federal da Bahia

Residência em Enfermagem Intensivista. Mestre em Enfermagem. Doutor em Enfermagem. Enfermeiro da Comissão de Educação de Educação Permanente em Enfermagem (CEPE) do Hospital Universitário Professor Edgard Santos (HUPES/UFBA). Membro do Núcleo de Estudos para Valorização do Envelhecimento - NEVE.

Rosana Santos Mota, Universidade Federal da Bahia

Doutora em enfermagem pela Universidade Federal da Bahia. Enfermeira da Comissão de Educação de Educação Permanente em Enfermagem (CEPE) do Hospital Universitário Professor Edgard Santos (HUPES/UFBA).

Juliana Cana Brazil Costa, Universidade Federal da Bahia

Chefe da Divisão de Enfermagem do Hospital Universitário Professor Edgard Santos (HUPES/UFBA).

Andreia Santos Mendes, Universidade Federal da Bahia

Mestre em enfermagem pela Universidade Federal da Bahia. Enfermeira da Comissão de Educação de Educação Permanente em Enfermagem (CEPE) do Hospital Universitário Professor Edgard Santos (HUPES/UFBA).

Marcelle de Jesus Oliveira, Universidade Federal da Bahia

Enfermeira da Comissão de Educação de Educação Permanente em Enfermagem (CEPE) do Hospital Universitário Professor Edgard Santos (HUPES/UFBA).

Publicado

2019-06-18

Como Citar

Jesus, M. C. de, Silva, V. A. da, Mota, R. S., Costa, J. C. B., Mendes, A. S., & Oliveira, M. de J. (2019). REPERCUSSÕES DA EDUCAÇÃO PERMANENTE NAS PRÁTICAS ASSISTENCIAIS DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM. Revista Baiana De Enfermagem‏, 33. https://doi.org/10.18471/rbe.v33.27555

Edição

Seção

Artigo Original