Transformação política por meio de narrativas juvenis nos fragmentos da “Praia da Estação”

Autores/as

  • Milene Migliano Gonzaga Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.9771/pcr.v11i2.28309

Resumen

Apresento aqui alguns temas em desenvolvimento depois da investigação do doutorado, na qual fiz uma etnografia digital sobre uma experiência urbana de contestação juvenil pelo espaço público -  a Praia  da Estação – em Belo Horizonte, Brasil. Depois da publicação de um decreto municipal, em dezembro de 2009, proibindo a realização de eventos de qualquer natureza na Praça da Estação, de centralidade geográfica e simbólica na cidade, na capital planejada, houve uma convocatória em um blog anônimo para uma reunião que objetivava a reversão do abuso autoritário, e que ocasionou encontros, dissensos e a produção da praia na praça recém revitalizada. Entre as transformações da cidade com a participação política da juventude praieira, destacamos até participação na política eleitoral.

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Biografía del autor/a

Milene Migliano Gonzaga, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Professora do Centro de Artes, Humanidades e Letras da UFRB. Doutora do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal da Bahia, integra o grupo de pesquisa Laboratório Urbano na UFBA, Laboratoire Architecture/Anthropologie na ENSA/Paris La Villete. Tem a sua pesquisa de tese financiada no Brasil pela FAPESB e na França pelo PSDE/CAPES. Mestrado em Comunicação e Sociabilidade Contemporânea e graduação em jornalismo pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG. Foi professora temporária na UFOP em 2012, é jornalista, fotógrafa e produtora, pesquisa as práticas de escrita da cidade, os movimentos de resistência criativa urbana e as relações entre imagem, internet e a política inventiva do cotidiano.

Publicado

2019-09-23

Cómo citar

Gonzaga, M. M. (2019). Transformação política por meio de narrativas juvenis nos fragmentos da “Praia da Estação”. Políticas Culturais Em Revista, 11(2), 168–189. https://doi.org/10.9771/pcr.v11i2.28309

Número

Sección

Dossiê - Políticas Culturais e Juventudes