Bordar é rizomar meu sentir

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/rf.v10i1.45340

Resumo

Neste ensaio visual busco trazer algumas pílulas de encantamento/desabafos íntimos que foram gestados e bordados em retalhos de tecido ao longo de fevereiro de 2021 durante a pandemia mundial de covid-19. Enquanto a segunda onda se aproximava do país, desesperançando possibilidades de viver lá fora, para uma família super quarentenada já vivenciando o medo do contágio e morte acelerados devido à hipertensão arterial, recebíamos o diagnóstico de um câncer familiar que me jogou em movimento. Apesar do medo, ter que sair de casa e enfrentar hospital para curar. Em uma tentativa de oração/desabafo/desejo em me manter viva e ter força para cuidar dos meus, essas frases saíram, em diálogos com tempo em bordados do avesso, trazendo o não visto e criando grafias próprias fora do meu corpo imaginação.

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Biografia do Autor

Raquel Silva Santos, Universidade Estadual Paulista Julio de mesquita Filho - UNESP

Artista-Pesquisadora. É Mestranda no Programa de Pós-graduação em Artes da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho - UNESP. Coleciona histórias de gente de verdade e investiga a relação do espaço na construção das subjetividades.

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Publicado

2022-07-01

Como Citar

SANTOS, R. S. Bordar é rizomar meu sentir. Revista Feminismos, [S. l.], v. 10, n. 1, 2022. DOI: 10.9771/rf.v10i1.45340. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/feminismos/article/view/45340. Acesso em: 25 set. 2022.

Edição

Seção

Artes de mulher