Revista MAE/UFBA: Arqueologia, Etnologia e Museologia
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<p>A <strong>Revista MAE/UFBA</strong> do Museu de Arqueologia e Etnologia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal da Bahia é uma publicação de periodicidade anual, com revisão por sistema duplo cego, política de acesso livre e aceita textos em fluxo contínuo. Publica artigos inéditos em português, espanhol e inglês.<br />Área do conhecimento: Ciências sociais aplicadas<br />ISSN (online) 3086-2493: - Periodicidade: Anual</p>Universidade Federal da Bahiapt-BRRevista MAE/UFBA: Arqueologia, Etnologia e Museologia3086-2493O templo egípcio como documento e as relações do espaço com as narrativas faraônicas: o exemplo de Karnak
https://periodicos.ufba.br/index.php/rmae/article/view/67544
<h1 class="western" lang="pt-PT"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Buscamos demonstrar o caráter documental da arquitetura egípcia monumental para a arqueologia, utilizando como principal fonte o Templo de Karnak, no Egito, a partir das relações deste espaço com as narrativas faraônicas pretendidas para o momento político vigente. Para isso, utilizamos o recorte temporal o reinado de Séthi I. Este artigo foi desenvolvido a partir de um dos capítulos da dissertação de mestrado intitulada “A Sala Hipostila de Karnak: um ensaio de exegese sobre o poder faraônico e seus símbolos”, defendida no Museu Nacional do Rio de Janeiro (UFRJ), em março de 2023.</span></span></h1> <p> </p>Mariana Caroline Medeiros Lopes PetersonCintia Alfieri Gama RollandCláudia Rodrigues-Carvalho
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2025-12-142025-12-142As estatuetas pilares judaítas no contexto da queda do reino do norte e na migração de sua população para Jerusalém
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<p>Este artigo analisa as Estatuetas Pilares Judaítas ou de Judá (EPJs) no contexto da queda do Reino de Israel e a migração de seu povo para Jerusalém. O estudo examina o significado das EPJs nos mitos da Reforma Deuteronomista e seu papel na construção de um discurso histórico. A focar no Período da Idade do Ferro e na queda de Israel pelos neoassírios (c. 723 AEC), a pesquisa destaca a migração para Judá, especialmente a produção e venda das EPJs em Jerusalém para os nortistas. Esse comércio é interpretado como uma evidência material da união entre o norte e o sul sob a coroa de Judá, que inspirou o deuteronomismo tardio. O artigo sugere que as provas materiais oferecem uma visão mais fiel dos acontecimentos, a contrastar com as narrativas tardias que visavam legitimar um discurso sobre o povo, mais do que retratar os fatos históricos.</p>Sérgio Aguiar Montalvão
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2025-12-142025-12-142É DIA DE FEIRA, NÃO IMPORTA A FEIRA
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<p>Este artigo analisa as grandes feiras livres e populares de Salvador, buscando reconstruir a memória social desses espaços e destacar sua importância no desenvolvimento da sociedade baiana. Tem como objetivo traçar uma relação entre as feiras e o desenvolvimento da cidade, destacando a circulação de mercadorias e as relações sociais que se formam nesses contextos. O estudo aborda a implantação das feiras desde a Cidade Alta até a atual localização na Enseada de São Joaquim, analisando mudanças físicas e sociais ao longo do tempo. Além disso, investiga as interdependências entre as feiras e o abastecimento da cidade, apresentando-as como espaços de diversidade e solidariedade. O artigo é dividido em seis tópicos, começando com a origem das feiras em Salvador, passando pela Freguesia do Pilar. Também aborda aspectos socioeconômicos e culturais para entender as relações formadas nesses espaços. Metodologicamente está ancorado no levantamento de dados em jornais, documentação histórica, filmes sobre a temática e observação participante. Espera-se com esse trabalho aprofundar a compreensão das interações e capilaridades que as feiras proporcionam.</p> <p> </p>Jeanne Almeida Dias
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2025-12-142025-12-142Estruturas arqueológicas dos séculos XVII ao XIX no Santo Antônio Além do Carmo: urbanização tardia em Salvador/BA
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<p align="justify"><span style="font-family: Arial, serif;"><span style="font-size: medium;">Neste artigo examino estruturas arqueológicas dos séculos XVII ao XIX no Santo Antônio Além do Carmo (Salvador/BA), relacionando-as à urbanização e às relações de dominação espacial. As principais fontes foram evidências arqueológicas, incrementadas pela cartografia histórica. Os métodos envolveram escavação com registro estratigráfico, datação por materiais culturais móveis, georreferenciamento e categorização geoarqueológica dos depósitos tecnogênicos. Os resultados mostraram que as estratégias de direcionamento da urbanização pelos grupos dominantes levaram ao controle das funções dos espaços. Os aterros foram fundamentais à expansão urbana sob tal intencionalidade. A lixeiras das unidades domésticas dos séculos XVII ao XIX permitiram tratar do consumo e mudanças comportamentais. Houve baixa intervenção urbanística até o século XIX, resultado do caráter periférico da localidade e das formas de domínio espacial exercidas.</span></span></p> <p align="justify"> </p>Luiz Antonio Pacheco de Queiroz
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2025-12-142025-12-142O mito de Asclépio e a arqueologia dos seus santuários na Grécia antiga
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<p class="western" align="justify"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">Neste trabalho, apresentamos uma introdução ao culto de Asclépio na Grécia antiga, acompanho de algumas narrativas sobre a origem desse deus-herói cujo culto se relaciona com a origem da Medicina ocidental. Depois, descrevemos três dos seus principais santuários, localizados nas pólis de Epidauro, Atenas e Corinto, enfatizando, para isso, os seus vestígios arqueológicos.</span></span></span></p>Scheila Rotondaro Koch
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2025-12-142025-12-142