Revista Interdisciplinar de Gestão Social https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs <p>A RIGS – Revista Interdisciplinar de Gestão Social é uma publicação vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Gestão Social (PDGS) da Escola de Administração. Publica documentos originais para o contexto brasileiro: textos, fotos e vídeos que evidenciam sua contribuição para o avanço da pesquisa e da prática, com base na interdisciplinaridade. Aborda diversas problemáticas ligadas a campos de conhecimento, tais como Sociologia, Antropologia, Administração, Educação, Geografia, Arquitetura, Ciência Política, entre outros.<br />Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas<br />ISSN (online): 2317-2428 - Periodicidade: Trimestral</p> pt-BR <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" rel="license" target="_new"><img src="http://i.creativecommons.org/l/by/3.0/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a> <br />Esta obra está licenciada sob uma <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" rel="license" target="_new">Licença Creative Commons Attribution 4.0</a>. rigs@ufba.br (Maria Elisabete Pereira dos Santos) rigs@ufba.br (Revista RIGS) sex, 19 dez 2025 15:35:54 +0000 OJS 3.2.1.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 No Palco e na Coxia https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs/article/view/37486 <p class="western"> <span class="fontstyle0">Na ausência de uma metodologia específica para a Aprendizagem Organizacional (AO), esta pesquisa buscou contribuir com uma possibilidade metodológica, inserindo elementos e técnicas de encenação teatral no processo de aprendizagem nas organizações, inspirada na obra do dramaturgo russo Stanislavski, “A preparação do ator”. Para testar as técnicas de encenação teatral foram realizadas adaptações em duas metodologias intervencionistas, o Laboratório de Mudança e a Intervenção Trans/formativa, resultando na Intervenção Cênica (IC). A IC foi realizada em uma indústria de cosméticos artesanais, em que foi proposto um esquema que contempla fases chamadas de Questionamento, Análise e Modelagem, associado aos atos de Questionar, Experimentar e Imaginar proposto por Stanislavki. É possível considerar que a IC trouxe contribuições, tais como a mudança de uma aprendizagem focada na solução de problemas para um processo de aprendizagem e reflexividade, além do desenvolvimento do protagonismo das participantes e da empatia nas relações de trabalho. Por fim, novos aprendizados foram adquiridos, reflexões e possibilidades de trabalho, bem como uma nova forma de compreender e operacionalizar a AO.</span> </p> Elisângela Conceição Vieira Palongan, Marcio Pascoal Cassandre, Elsa Midori Shimazaki Copyright (c) 2025 Revista Interdisciplinar de Gestão Social https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs/article/view/37486 sex, 19 dez 2025 00:00:00 +0000 A Produção de Sentidos de Mães Sociais em Casas Lares https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs/article/view/37493 <p> <span class="fontstyle0">Casas Lares são unidades residenciais de acolhimento, que fazem parte das políticas públicas voltadas à proteção integral de crianças e adolescentes. Neste cenário, mães sociais são agentes centrais. Considerando sua importância na implementação dessa política pública, este estudo teve como objetivo investigar a produção de sentidos de mães sociais acerca do seu cotidiano e identificar estratégias de enfrentamento ao lidarem com os acolhidos. Esta pesquisa possui abordagem qualitativa, com perspectiva teórico-metodológica da produção de sentidos. Tendo sido desenvolvida em uma aldeia de casas lares, trata-se de um estudo de caso. A coleta de dados se deu através de grupos focais e entrevistas semiestruturadas. A análise de dados se deu através de mapas dialógicos. Os sentidos produzidos pelas mães sociais estiveram relacionados às motivações e escolha da profissão; a rotina na casa lar; o tornar-se mãe social e as habilidades requeridas; as emoções e sentimentos despertados pelo trabalho e, por fim, o modo como são afetadas pelas experiências dos acolhidos.</span> </p> Dilani Silveira Bassan, Luciele Nardi Comunello, Caroline Ribeiro de Melo Copyright (c) 2025 Revista Interdisciplinar de Gestão Social https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs/article/view/37493 sex, 19 dez 2025 00:00:00 +0000 Dificuldades de Acesso e Permanência no Mercado de Trabalho Formal https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs/article/view/37938 <p class="Corpo">O estudo objetivou compreender as manifestações discriminatórias que<br />desafiam a entrada e permanência de transexuais no mercado de trabalho formal. Foram entrevistadas nove mulheres e homens transexuais, selecionados por meio da técnica conhecida como bola de neve. Por meio da análise de conteúdo, constatou-se que a discriminação se inicia na vida escolar, afetando a formação desses indivíduos, e continua na vida adulta, limitando suas trajetórias profissionais. No mercado de trabalho formal, a origem da discriminação é difusa, vindo de superiores, colegas e clientes, prejudicando tanto seu ingresso, quanto sua permanência e, consequentemente, ascensão profissional e autorrealização. Principais implicações: a) é preciso ponderar as diferenças entre os grupos da população LGBT no que se refere à discriminação por eles sofrida; b) ao desnudar obstáculos e agressões sofridas pelas pessoas trans no mercado de trabalho formal, o estudo proporciona subsídios para empresas desenvolverem ações com vistas à inclusão quantitativa e qualitativa desses indivíduos em seus quadros de funcionários.</p> Giovanna da Cunha Espilman Dourado, Juliana Marangoni Amarante Copyright (c) 2025 Revista Interdisciplinar de Gestão Social https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs/article/view/37938 sex, 19 dez 2025 00:00:00 +0000 Ser Quem Eu Quiser na Liberdade https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs/article/view/35632 <p>O objetivo deste trabalho é analisar práticas de resistência na apropriação<br />da Praça da Liberdade em Belo Horizonte (MG). Buscou-se articular resistências presentes nas práticas, criações e continuidades da vida cotidiana com os usos e apropriações nos e dos espaços da cidade. A escolha dessa praça se deu por tratar-se de um ponto turístico importante, em uma região central, de características arquitetônicas e paisagísticas específicas no sentido do embelezamento da cidade. Os dados produzidos são fruto de entrevistas semiestruturadas e observação não-participante. Por meio de uma análise de conteúdo, destacamos três categorias: usos e apropriações da praça, políticas coletivas e confrontos diretos e modos de existência. Destacamos como contribuições reflexões sobre a relação entre resistência e espacialidade, sobretudo no que tange a criação de espaços para a sobrevivência; a consideração da criação de projetos coletivos, porém não formais ou estruturados, em torno de práticas de resistência; a compreensão das relações entre práticas de resistência e a constituição subjetiva ética, seja pela anunciação da verdade na relação consigo e com outros, no próprio ato de sobreviver em condições de opressão, ou na aceitação e defesa da diferença.</p> Marllon Emanoel Souza Medeiros de Vasconcelos, Fabiana Florio Domingues, Alexandre de Pádua Carrieri Copyright (c) 2025 Revista Interdisciplinar de Gestão Social https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs/article/view/35632 sex, 19 dez 2025 00:00:00 +0000 Roda D'água Artesanal https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs/article/view/39155 <p>Pensar sobre a subjetividade do trabalho em tempos de “modernidade líquida” (Bauman,<br />2001) é um desafio para gestores públicos e sociais, devido às múltiplas transformações<br />que têm atingido as organizações e os “mundos do trabalho” (Morin, 2001). O objetivo da<br />exposição é promover uma reflexão sobre as transformações do trabalho em uma realidade<br />líquida pós-pandemia, a partir dos temas: tempos líquidos e o próprio moldar-se, o fim (?) do<br />engajamento mútuo e o saber ancestral, caminho com diversas bifurcações, a engrenagem<br />que roda a máquina, a transformação da realidade, o sentido do trabalho e a esperança.</p> Claudiani Waiandt Copyright (c) 2025 Revista Interdisciplinar de Gestão Social https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://periodicos.ufba.br/index.php/rigs/article/view/39155 sex, 19 dez 2025 00:00:00 +0000