Neva no Nordeste?

Cineficação e politemporalidade em cena

Autores

DOI:

https://doi.org/10.9771/rr.v1i42.70880

Palavras-chave:

Dramaturgia., Memória., Audiovisual., Tempo., Teatro.

Resumo

Este artigo busca analisar as diferentes temporalidades presentes na dramaturgia textual de Neva, de Guillermo Calderón, e apresenta algumas estratégias de criação apoiadas na cineficação como recurso para a dramaturgia da encenação, considerando o conceito de anacronismo das imagens proposto por Didi-Huberman. Essa investigação foi desenvolvida por meio de uma pesquisa artística, prático-teórica, realizada em estágio pós-doutoral, no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, da [nome da instituição removida para avaliação], com equipe de criação composta por docentes e discentes da Graduação em Teatro – Licenciatura, da [nome da instituição removida para avaliação]. Problematizou-se a superposição de diferentes temporalidades como estímulo para a ampliação de leituras da obra, questionando a impossibilidade do teatro ou o teatro como ato fracassado.

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Biografia do Autor

Marianne Consentino, UFPE

Marianne Consentino é encenadora, pesquisadora e professora do Departamento de Artes, da Universidade Federal de Pernambuco.

Sonia Rangel, UFBA

Artista cênica e visual, Membro Titular da Academia de Ciências da Bahia (ACB) atua como Professora Titular na UFBA nos Programas de Pós-graduação em Artes Cênicas/PPGAC-ET, e em Artes Visuais/PPGAV-EBA. De 1964 a 1968 foi aluna da Escola Nacional de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1970 passa a residir em Salvador; em 1971, transfere-se da UFRJ para a Universidade Federal da Bahia. Graduada em Licenciatura em Desenho e Plástica (1974) pela UFBA. Mestre em Artes Visuais (1995) e Doutora em Artes Cênicas (2002) pela UFBA. Vem publicando vários artigos e livros. Pela editora Solisluna, www.solislunadesign.com.br , o quinto e mais recente: Imagem e Pensamento Criador (2019). Entre visualidade-teatralidade, defende uma pedagogia poética de abordagem artístico-compreensiva, integrando principalmente, poemas, artes cênicas e artes visuais. Decorrente da pesquisa sobre Imaginário e os Processos de Criação esta investigação se desdobra tanto nos projetos artísticos, como nas disciplinas ministradas. Participou de exposições nacionais e internacionais e de salões nacionais. Artista convidada na I Bienal Latino-americana de São Paulo (1978). Artista plástica premiada em Gravura, Pintura e Instalação. Artista Cênica duas vezes premiada como atriz; ganhou Prêmio Especial do Júri (2008), no 22. Festival de Teatro Universitário de Blumenau, como diretora e orientadora com o grupo de teatro Os Imaginários, pela pesquisa em Teatro de Animação, espetáculo Fragmentos, adaptação de texto de Samuel Beckett. Com o mesmo grupo e novo espetáculo, Protocolo Lunar, recebe o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz categoria circulação 2012. Em 2014 participa como artista convidada da Terceira Bienal da Bahia, exposição Museu Imaginário do Nordeste. É membro da ABRACE, Associação Brasileira de Pesquisadores em Artes Cênicas, com mais de oitenta orientações concluídas, sendo, dentre essas, vinte e um mestres e dezoito doutores. Pesquisadora vinculada no diretório de grupos do CNPQ ao GIPE-CIT: Grupo Interdisciplinar de Pesquisa e Extensão em Contemporaneidade, Imaginário e Teatralidade; ao DRAMATIS: Mídias, Teorias, Crítica e Criação; e ao grupo PÉ NA CENA: Poéticas de Atuação e Encenação.

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[Referência da dissertação citada removida para avaliação]

[Referência da tese citada removida para avaliação]

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Publicado

2026-09-15

Como Citar

Consentino, M., & Rangel, S. (2026). Neva no Nordeste? : Cineficação e politemporalidade em cena . Repertório, 1(42). https://doi.org/10.9771/rr.v1i42.70880