<B>A talha na Bahia do Século XVIII</B>

Autores

  • Luiz Alberto Ribeiro Freire Universidade Federal da Bahia (Escola de Belas Artes)

DOI:

https://doi.org/10.9771/2175-084Xrcv.v0i13.4032

Palavras-chave:

Talha, Bahia, Barroco, séc. XVIII, Arte Sacra

Resumo

A reforma ornamental ocorrida nas igrejas baianas, no século XIX, destituiu conjuntos inteiros de talha realizados no século XVIII em função de uma ornamentação mais condizente com a moral católica oitocentista. Contudo muito ainda restou de conjuntos ornamentais barrocos e híbridos de barroco e rococó, a exemplo da Igreja do Convento de São Francisco de Salvador, a sacristia do Convento de N. Sra. do Monte do Carmo, o retábulo-mor e toda a capela-mor do Convento de N. Sra. da Conceição da Lapa, além de retábulos no Convento de Santa Tereza D’Ávila, atual Museu de Arte Sacra e outras. Neste artigo analisamos a introdução de modelos retabilísticos no século XVIII em Salvador, Bahia, a constituição de tradições formais, os artistas que contribuíram para estas implantações e a dinâmica estilística que resultou numa tipologia híbrida e numa incurssão precoce da estética neoclássica através dos espécimes Luis XVI.

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Como Citar

FREIRE, L. A. R. &lt;B&gt;A talha na Bahia do Século XVIII&lt;/B&gt;. Cultura Visual, [S. l.], n. 13, p. 137–151, 2010. DOI: 10.9771/2175-084Xrcv.v0i13.4032. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/rcvisual/article/view/4032. Acesso em: 22 abr. 2024.

Edição

Seção

Artigos Convidados / Invited Articles