Inoculação na ensilagem de parte aérea e espiga de milho, submetidas à geada

Autores

  • Maria da Graça Morais
  • Camila Celeste Brandão Ferreira Ítavo UFMS
  • Luís Carlos Vinhas Ítavo
  • Davi José Bungentab
  • Marcelo Aranda da Silva Coutinho
  • Coroline Bertholini Ribeiro
  • Lincoln Bremm Oliveira

Resumo

Objetivou-se avaliar a fermentação e a composição química de silagens da parte aérea e da espiga de milho, submetidas ou não à geada. Avaliou-se a inoculação microbiana, no experimento 1, da silagem de parte aérea de milho, e no experimento 2, da silagem de espiga de milho, submetidas ou não à geada, em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 2. Em silagens de parte aérea de milho, a inoculação não influenciou os teores de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB) e fibra em detergente neutro (FDN) e a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS), com média de 57,49%, e nitrogênio amoniacal (N-NH3) e perdas de MS, com médias iguais a 6,07%N total e 0,99%, respectivamente. A geada acarretou menor teor de MS, 23,05% vs 26,48%MS, respectivamente, e maior teor de PB das silagens, 7,13 vs 6,00%PB. As silagens de espiga de milho expostas à geada apresentaram maiores teores de MS e MO, sem influência nos teores de PB, 1,71%. A geada afetou a composição química das silagens da parte aérea de milho e da espiga de milho e todas apresentaram pH adequado. Constatou-se que a inoculação não influencia a fermentação e composição química das silagens de parte aérea de milho e de espiga de milho submetidas à geada.

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Publicado

2012-09-24

Edição

Seção

Forragicultura e Pastagens