Revista Conversas Civilísticas
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<p data-start="77" data-end="920">The <em data-start="81" data-end="113">Revista Conversas Civilísticas</em> aims to disseminate research in Civil Law, encompassing dogmatic analyses on obligations, contracts, tort law, property law, family law, and succession law, as well as critical and interdisciplinary studies that examine legislative, jurisprudential, and social transformations affecting the civilist field. The journal is the result of the <em data-start="454" data-end="478">Conversas Civilísticas</em> Research Group, accredited by CNPq and developed at the Faculty of Law of the Federal University of Bahia, and serves as a forum for academic dialogue among researchers, professors, students, and legal professionals. It encourages the publication of original scientific works, critical reviews of specialized literature, and the consolidation of theoretical debates that contribute to the advancement of contemporary civil law scholarship.</p> <p data-start="922" data-end="1016">Field of knowledge: Applied Social Sciences<br data-start="965" data-end="968" />ISSN (online): 2763-8448 – Frequency: Biannual</p>Universidade Federal da Bahia (UFBA)pt-BRRevista Conversas Civilísticas2763-8448A FUNÇÃO DA RESPONSABILIDADE CIVIL NAS PENSÕES OCASIONADAS POR ACIDENTES DE TRÂNSITO:
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<p>O artigo analisa o papel da responsabilidade civil na fixação de pensões decorrentes de acidentes de trânsito, destacando sua função reparatória, preventiva e social. Com abordagem qualitativa e exploratória, fundamentada em pesquisa bibliográfica, o estudo investiga como a responsabilidade civil contribui para a efetivação da justiça, especialmente quando os danos causam efeitos permanentes. Além de examinar a pensão como forma de compensação contínua à vítima e seus dependentes, o trabalho discute os desafios da aplicação do instituto, como a efetividade das decisões judiciais, a adequação dos valores fixados e os limites financeiros dos responsáveis. Busca-se, ainda, fomentar reflexões e debates acadêmicos sobre a responsabilidade civil como mecanismo de justiça e proteção social.</p>Talita Santos BatistaNatália Viana Nogueira
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2025-12-312025-12-31529711610.9771/rcc.v5i0.68027O NASCITURO E O EMBRIÃO NO DIREITO SUCESSÓRIO BRASILEIRO
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<p class="pr-texto"><span style="font-size: 12.0pt;">O presente artigo analisa os problemas relacionados ao direito sucessório do nascituro e do embrião. Trata-se de pesquisa que utiliza metodologia descritiva e dedutiva, baseada fundamentalmente em revisão bibliográfica, no estudo da jurisprudência e na investigação da legislação vigente. Inicialmente, examina-se a capacidade e legitimação para suceder, temática bastante importante para o estudo do direito das sucessões. Em seguida, estuda-se a capacidade sucessória do nascituro e o princípio da coexistência. Também é investigada a polêmica envolvendo os embriões criopreservados, cujos diferentes posicionamentos doutrinários podem impactar a segurança jurídica na transmissão patrimonial. Em suma, o texto combina aspectos teóricos e práticos do direito sucessório do nascituro e do embrião, objetivando apresentar ao leitor uma visão precisa, clara e atualizada da matéria no Brasil.</span></p>Leonardo Estevam de Assis ZaniniOdete Novais Carneiro Queiroz
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2025-12-312025-12-3152567410.9771/rcc.v5i0.68779SELEÇÃO GENÉTICA DE SEGURADOS?
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<p align="justify"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O presente artigo investiga a compatibilidade entre o dever de revelação, imposto ao segurado em contratos de seguro, e o direito fundamental à proteção de dados genéticos, com base em análise dogmática e comparada. Partindo do princípio da <em>uberrima fides</em>, pilar da relação securitária, examina-se a obrigação do contratante de informar fatos relevantes ao risco, sob pena de comprometer a higidez do contrato. Em paralelo, discute-se a crescente valorização da autodeterminação informativa e da privacidade genética, constitucionalizadas no ordenamento jurídico brasileiro e amplamente protegidas em regimes estrangeiros. O estudo analisa o novo Marco Legal dos Seguros (Lei nº 15.040/2024) e identifica mecanismos normativos que buscam equilibrar os deveres contratuais com os direitos da personalidade. Sustenta-se que, embora a exigência de dados genéticos deva ser limitada por critérios de proporcionalidade, transparência e necessidade, é legítima a previsão contratual de consequências para omissões dolosas ou culposas que afetem materialmente o risco. Conclui-se que o uso ponderado de cláusulas restritivas, desde que não discriminatórias, pode preservar tanto a função social do seguro quanto a integridade dos direitos fundamentais do segurado. A pesquisa adota método dedutivo, com base em revisão bibliográfica e análise legislativa e jurisprudencial nacional e estrangeira.</span></span></p>Roger Vitório Oliveira Sousa
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2025-12-312025-12-3152759610.9771/rcc.v5i0.69019APRESENTAÇÃO V.5 N.2
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Leandro Reinaldo da Cunha
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2025-12-312025-12-3152IIIO ART. 544 NA REFORMA DO CÓDIGO CIVL (PL 4/2025)
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<p>No presente editorial há o questionamento sobre a ausência de indicação dos motivos que sustentam a alteração do que consta do art. 544 do Código Civil, que versa sobre a doação de ascendente para descendente ou de um cônjuge ao outro, bem como quanto a falta de comunicação das razões que levaram a não acolher as propostas de adequação apresentadas ao mesmo dispositivo legal.</p>Leandro Reinaldo da Cunha
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2025-12-312025-12-3152IIIVII10.9771/rcc.v5i0.71692A RELEVÂNCIA DAS DOAÇÕES INDIRETAS PARA AS DOAÇÕES INOFICIOSAS E PARA O ADIANTAMENTO DE HERANÇA
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<p>O adiantamento de herança, que atinge as doações realizadas de ascendente para descendentes ou de um cônjuge para o outro, nos termos descritos no art. 544 do Código Civil, é instituto de suma relevância para o direito sucessório pátrio, ao qual se confere pouca atenção. No seu bojo é premente que se analise a possibilidade da incidência dos mesmos efeitos que recaem sobre tais negócios jurídicos também nas chamadas doações indiretas, liberalidades que não se revestem das exigências formais das doações mas que geram as mesmas consequências práticas. </p>Leandro Reinaldo da Cunha
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2025-12-312025-12-315211714310.9771/rcc.v5i0.71693FAMÍLIAS PARALELAS POR MEIO DA CONJUGALIDADE:
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<p>O presente artigo tem como objetivo analisar o (não) reconhecimento jurídico das famílias paralelas por meio da conjugalidade, sob a ótica da monogamia e dos princípios constitucionais, utilizando o método analítico. Para tanto, será feita uma análise histórica da formação familiar, com enfoque na conjugalidade e na monogamia. Então, será abordado o tratamento constitucional dispensado às para, em seguida, abordar a família paralela, a partir de seu conceito, fazendo distinções necessárias e analisando criticamente os argumentos sustentados para o não reconhecimento jurídico enquanto entidade familiar.</p>Larissa Peixoto Silva
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2025-12-312025-12-3152121PARA CIMA VALE, PARA O LADO NÃO?
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<p>This article examines the normative omission in Brazilian legislation that restricts the real right to build on slab, established by Law No. 13.465/2017 and Articles 1.510-A to 1.510-E of the Civil Code, to vertically stacked constructions. This legal design disregards widespread horizontal housing arrangements—such as extensions built at the back or sides of family plots—in popular urban territories. The hypothesis is that this selective recognition reflects not only technical limitations but a property regime shaped by registry formalism and market-driven urban governance. The study aims to investigate the legal and social implications of such exclusion, under the framework of the 1988 Constitution, especially the principles of the social function of property, the right to housing, and the right to the city. Methodologically, it adopts a qualitative and critical-hermeneutic approach, combining civil law analysis with jurisprudential review—particularly of ADPF 828—and interdisciplinary theory. Drawing on authors such as Lefebvre, Rolnik, Fraser, Bourdieu, Boaventura and Alexy, the article argues that the vertical bias in the legal treatment of housing reflects a symbolic production of legal invisibility. The findings suggest that constitutional interpretation aligned with urban justice, combined with legislative reform, could enable formal recognition of horizontal housing as a legitimate form of tenure and territorial belonging.</p>Reuelio Marques Rios
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2025-12-312025-12-3152225510.9771/rcc.v5i0.71600