ANÁLISE HISTÓRICA E CRÍTICA DA RELAÇÃO DE TRABALHO FEMININA E OS IMPACTOS DA REFORMA TRABALHISTA NOS DIREITOS CONQUISTADOS

Autores

  • Fernanda Magalhães Rebouças
  • Maitê Marques Cunha

Resumo

O presente artigo explora o tema do trabalho feminino e as instituições do direito do trabalho. O objetivo central consiste em demonstrar a forma em que a condição da mulher dentro da sociedade mudou e a forte influência que o trabalho exerce nesse cenário. A hipótese levantada, portanto, expressa-se em como historicamente a relação de trabalho do sexo feminino esteve pautada na desigualdade entre os gêneros. O tema demonstra sua relevância social e jurídica uma vez que se baseia no direito fundamental à igualdade. Desse modo, traça-se uma análise que vai desde sua inserção no modo de produção capitalista, baseado na relação de emprego num contexto mundial, até a situação no Brasil dentro do contexto atual da reforma trabalhista de 2017. O método utilizado foi a pesquisa bibliográfica, adotando-se como marco teórico, principalmente, Simone de Beauvoir. Como resultado, foram analisadas as conquistas dos direitos femininos frente os interesses capitalistas. Conclui-se, portanto, que várias foram as conquistas, porém a igualdade de gênero almejada pela Constituição de 1988 não se constitui como uma regra nas relações de trabalho.

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Biografia do Autor

Fernanda Magalhães Rebouças

Graduanda do nono semestre da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia.

Maitê Marques Cunha

Graduanda do nono semestre da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia.

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Publicado

2020-08-10

Como Citar

Magalhães Rebouças, F., & Marques Cunha, M. (2020). ANÁLISE HISTÓRICA E CRÍTICA DA RELAÇÃO DE TRABALHO FEMININA E OS IMPACTOS DA REFORMA TRABALHISTA NOS DIREITOS CONQUISTADOS. Revista Do CEPEJ, (22). Recuperado de https://periodicos.ufba.br/index.php/CEPEJ/article/view/38325

Edição

Seção

Artigos